quinta-feira, 24 de novembro de 2011

RESPEITO COM O IDOSO!




BECTRAN, BLITZ DE EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO PARA O TRANSITO, PACTO PELA VIDA.

O cenário do trânsito atual não é nada animador. Segundo dados do Denatran morrem por ano mais de 37 mil brasileiros vítimas de acidentes. Este número, porém, pode ser muito maior, pois são contabilizados apenas aqueles que morrem no local do acidente. Especialistas estimam que esse número chegue a 80 mil brasileiros mortos no trânsito. A dor maior é das famílias que perdem parentes ou que têm que conviver com vítimas que ficam com sequelas graves.
Segundo pesquisa da Seguradora Líder, responsável pela administração do consórcio de seguradoras que operam no Seguro Obrigatório de Veículos Automotores (DPVAT), nos primeiros seis meses deste ano foram pagas 165.111 indenizações, o equivalente a 1.321 ao dia (útil). Em valores, os desembolsos alcançaram R$ 1,1 bilhão. Outro dado do levantamento indica que a grande maioria das pessoas vitimadas no trânsito ficou de alguma forma inválida: 65% do total.
Para mudar esta realidade ou pelo menos amenizá-la, a sociedade deve ser mobilizada, começando pelos órgãos que têm responsabilidade direta sobre o trânsito e estendendo-se para todos os cidadãos. Com base nessa afirmação, Ricardo Brasil, pó graduado em educação e conscientização para o transito, afirma que só depende de nós e o projeto da Bectran (blitz de educação e conscientização para o transito) é um projeto serio que tem um pacto pela vida.
O objetivo da campanha é mostrar que é possível mudar a realidade trágica do nosso trânsito, basta olhar para si mesmo e transformar pequenas atitudes no dia a dia erradicando comportamentos que levem a situações de risco.
Mostraremos que a redução geral dos números de acidentes e mortos no trânsito pode começar com o indivíduo e assim contaminar a sociedade como um todo. Se você conseguir evitar um acidente, você estará contribuindo e muito com o resultado geral.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

COMO PRESTAR AUXÍLIO EM CASO DE ACIDENTE DE MOTOCICLETA!

vooO aumento da frota de motocicletas, bem como o aparecimento de novas profissões, como a do motoboy fizeram com que acidentes envolvendo motos tenham se tornado bastante comuns, principalmente nas cidades. Estatísticas mostram que 2 motoboys morrem e outros 5 ficam feridos por dia na cidade de São Paulo.
O condutor, ao testemunhar ou chegar a um local onde tenha ocorrido um acidente com motocicleta, deve em primeiro lugar avaliar:
  • Se tem conhecimento de Primeiros Socorros, deve parar e ajudar os acidentados. Se não tiver, chamar por socorro especializado e NÃO TOCAR nos acidentados.
  • Se outras pessoas já estão prestando socorro naquele momento: não parar, seguir em frente. Não há sentido em aumentar a confusão se os acidentados já estiverem sendo cuidados.
Caso decida ajudar, levar em consideração os seguintes pontos:
  • Verificar se o piloto da moto está só ou acompanhado. Procurar avaliar pela aparência o estado de cada um, se existem riscos adicionais, qual a extensão dos ferimentos, etc.
  • Sem tocar nos feridos, procurar conversar para saber se estão conscientes ou não. Se conseguir conversar, fazer perguntas: como se sentem, se têm dores, etc.
  • Anotar os dados do local e, com TODAS as informações, chamar por socorro especializado.
  • Se não conseguir conversar, procurar determinar, SEM MOVER OS FERIDOS, se estão respirando e qual a freqüência de seus batimentos cardíacos. Pode haver problemas com os capacetes do piloto e acompanhante, dificultando a livre respiração: NÃO RETIRAR IMEDIATAMENTE OS CAPACETES, pois acidentes com motos são os de maior percentual de fraturas cervicais e na cabeça. Retirar o capacete de alguém com uma vértebra fraturada sem imobilizar pode matar ao invés de salvar.
  • Efetuar o chamado com sucesso, verificar, SEM MOVER OS FERIDOS, se há casos de queimaduras, hemorragias ou fraturas nos membros. Se achar que o socorro for demorar ou as condições do piloto se agravarem e se houver conveniência imediata para os feridos, utilizar as técnicas habituais do Curso de Primeiros Socorros.
Se concluir que houve lesão cervical, proceda de acordo com as técnicas de Primeiros Socorros para imobilizar o pescoço do ferido e só então proceda à remoção do capacete e a outras ações de respiração e massagem cardíaca, se for o caso.

Mortes envolvendo motos disparam em pequenas cidades

carona 
Foram 65 mil mortes em acidentes com motocicleta no país nos últimos dez anos
O aumento da frota de motos em circulação no Brasil se tornou responsável por uma das piores epidemias que o País já enfrentou. Foram 65 mil mortes em acidentes com motocicleta nos últimos dez anos - número equivalente ao total de americanos mortos na Guerra do Vietnã. Leia mais notícias no R7 Mais de 50% dos mortos em acidentes de trânsito são jovens E não é nas grandes metrópoles litorâneas ou do Sudeste que as mortes têm maior peso nas estatísticas. São as pequenas cidades do interior, especialmente do Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país, que concentram as maiores taxas de mortalidade por quantidade de motos ou motonetas em circulação - em municípios como São Gonçalo do Piauí (PI), Ribeirãozinho (MT) e Aurora do Tocantins (TO). Em números absolutos, as mortes em cada uma dessas cidades podem não impressionar. São duas, três, dez por ano. Por isso, não provocam tanto barulho. Mas, quando somadas, configuram uma epidemia só comparável à provocada pelos assassinatos. E as vítimas têm o mesmo perfil: jovens de 20 a 29 anos, do sexo masculino e de baixa renda. Nessa faixa etária, nem câncer nem enfarte nem nenhuma outra doença mata mais do que as motos. Só as armas de fogo. Entre as capitais, São Paulo ocupa apenas o 13.º lugar no ranking da mortalidade envolvendo motociclistas. O Rio fica em 15.º. A campeã, com uma taxa três vezes maior, é Boa Vista (RR), seguida de perto por Palmas (TO). O Ministério da Saúde se diz preocupado com o crescimento das mortes, mas há poucos programas de abrangência nacional em curso para combater a epidemia. O aumento das mortes está diretamente ligado ao avanço da frota sobre duas rodas que, de 2000 a 2010, cresceu quatro vezes de tamanho. É exatamente a mesma taxa de crescimento do número de mortes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Tributo às Vítimas de Trânsito

Deixe um tributo para uma pessoa querida que você perdeu ou cuja vida foi mudada para sempre por influência de um acidente de trânsito.

3o DOMINGO DE NOVEMBRO, PACTO PELA VIDA, CHEGA DE ACIDENTES.

Os números alarmantes de mortes em conseqüência da violência no trânsito motivaram a ONU(Organização das Nações Unidas), em 2005, a estabelecer todo o terceiro domingo do mês de novembro como o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito. Data em que são homenageadas as pessoas que morreram em virtude de acidentes de trânsito, além de suas famílias, e todos aqueles que de alguma forma tiveram suas vidas afetadas por essas tragédias.
Ao redor do mundo, entidades vinculadas à disseminação da cultura de segurança viária incentivam que governos e organizações civis realizem uma mobilização social para reivindicação de ações efetivas para a redução de vítimas e práticas sustentáveis de segurança no trânsito.
Portanto, trata-se de uma data que transcende o ritual de homenagem às vítimas para uma manifestação pela valorização da vida e aplicação de conceitos de cidadania.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dicas para Viagem Segura!

Muitas pessoas que dirigem bem nas cidades são maus condutores nas estradas. Isso ocorre porque conduzir em estradas e rodovias é COMPLETAMENTE diferente do que conduzir em trânsito urbano.
Enfrentar viagens longas ou rodovias mais movimentadas somente quando tiver boa dose de experiência.

Recomendações:
* Preferir sempre viajar de dia. É mais seguro.
* Evitar conduzir em condições de baixa visibilidade.
* Revisar o veículo antes de viajar. Verificar itens de segurança como: freio, óleo, faróis, lanterna, cinto de segurança, alinhamento, balanceamento e pneus.
* Consultar o Guia Rodoviário.
* Redobre a atenção ao volante. Evite se distrair com músicas ou conversas.
* Mantenha a calma, mesmo em situações difíceis.
* Planejar itinerários, bem como paradas para estacionamento e descanso.
* Informar-se das condições locais, principalmente em feriados.
* Não descuidar da sinalização.
* Aos primeiros sinais de cansaço, parar em lugar seguro para relaxar.
* Não parar na pista.
* Não transitar no acostamento.
* Parar no acostamento somente em emergências.
* Manter velocidade compatível com o fluxo geral dos veículos.
* Verificar os instrumentos do painel a intervalos regulares.
* A qualquer indicação de mau funcionamento, não seguir em frente. Parar imediatamente para verificar.
* Nos declives acentuados ou longos, jamais descer desengrenado. Usar sempre freio motor, utilizando para descer a mesma marcha que usaria para subir.
* Seguir todos os demais procedimentos da Direção ou Pilotagem Defensiva.
Manutenção do veículo
Checagens inicias
Os cuidados com o veículo podem começar num posto de combustível. Quando for abastecer, o motorista pode aproveitar para fazer algumas checagens simples no carro: conferir o nível do fluido do radiador, óleo (motor e freio) e a água para o limpador de pára-brisa. Também deve verificar se os pneus estão bem calibrados, se estiverem “carecas”, é melhor trocá-los.
Freios e luzes
Numa oficina de sua confiança, o motorista deve fazer a checagem dos freios e da parte elétrica do veículo. Todas as luzes e setas devem estar funcionando corretamente. Se alguma estiver queimada, será necessário trocá-la.
Ferramentas
É importante checar se estão no carro todas as ferramentas obrigatórias: macaco, chave de roda e triângulo para sinalização. Também vale a pena ter outras ferramentas, como jogo de chaves fixas, chaves de fenda e lanterna. Além disso, o extintor de incêndio deve estar dentro do prazo de validade.
Cintos de segurança
Além da parte mecânica e elétrica, o motorista não pode esquecer de verificar se os cintos de segurança estão funcionando perfeitamente. Eles devem ser usados por todos os ocupantes do veículo, mesmo para percorrer pequenas distâncias. Crianças devem sempre viajar no banco traseiro, com cinto de segurança. Crianças com menos de quatro anos precisam usar cadeirinhas apropriadas, que devem estar presas pelo cinto de segurança.
Motos
Os cuidados acima mencionados valem também para as motos. É importante lembrar que tanto o motociclista quanto a pessoa que estiver na garupa devem usar capacetes. Um alerta importante do Inmetro: os capacetes devem ter a marca do Instituto. A presença dessa marca indica que o produto passou por todos os testes de qualidade exigidos por lei e oferece segurança ao usuário.