sábado, 26 de novembro de 2011

Teste aponta que veículos básicos no Brasil são inseguros

Muitos dos carros mais vendidos no Brasil são armadilhas fatais para seus ocupantes caso se envolvam em colisões a velocidades moderadas, constatou um estudo independente.
Teste aponta que veículos brasileiros são inseguros Testes conduzidos pelo Latin NCAP (programa de avaliação de carros novos), afiliada regional de uma organização que conduz testes de segurança em carros europeus, constataram que muitos modelos básicos não têm airbags e possuem cabines com estruturas deficientes.
A maioria desses automóveis –incluindo modelos fabricados por Volkswagen, Fiat, Chevrolet, Ford e Peugeot– obteve uma estrela, de um máximo de cinco.
“Uma estrela –isso quer dizer motorista morto”, disse David Ward, secretário geral da Global NCAP, organização vinculada à Fédération Internationale de l’Automobile, uma organização internacional de motoristas.
As mortes em acidentes rodoviários cresceram quase 25% em 2010, para 40.610, ante 2002, o ano em que começou o boom econômico brasileiro.
O Ministério da Saúde classifica o país em quinto lugar em termos de fatalidades rodoviárias, atrás de Índia, China, Estados Unidos e Rússia.
“Os carros mais vendidos na América Latina têm níveis de segurança que ficam 20 anos atrás dos padrões ‘cinco estrelas’ que se tornaram comuns na Europa e na América do Norte”, informou a Latin NCAP em nota.
A organização realizou testes com os modelos básicos mais vendidos antes de aceitar modelos que incluíam airbags. Isso porque os carros com airbags e freios antitravamento têm preços significativamente mais altos, o que leva o comprador a optar por versões mais baratas.
Entre as principais montadoras presentes no Brasil, a versão básica do Gol 1.600 da Volkswagen, o modelo mais vendido no país, obteve uma estrela no teste de colisão, realizado a 64 km/h.
O Gol equipado com airbags obteve três estrelas no teste –o que permitiria a sobrevivência dos ocupantes em uma colisão.

OUTRO LADO

“A Volkswagen é pioneira na implementação de um centro de desenvolvimento para a segurança dos veículos no Brasil”, afirmou a companhia, defendendo seu histórico de segurança em resposta aos testes.
“É claro que um carro sem airbag não atinge o mesmo desempenho de um veículo equipado com airbag, em testes de colisão”, afirmou a VW.
Ford e GM se recusaram a comentar. A Fiat, a Fenabrave (associação dos distribuidores de automóveis brasileiros) e a Anfavea (a organização setorial das montadoras) não atenderam a pedidos de entrevista.
Fonte: Folha.com

Senado: recursos de multas de trânsito só podem ser usados em campanhas educativas

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou hoje (16) projeto de lei que restringe a aplicação dos recursos arrecadados com a cobrança de multas de trânsito ao financiamento de campanhas educativas de segurança para motoristas e motociclistas. Como tramitou em caráter terminativo, a matéria agora será analisada pela Câmara e, se aprovada, segue à sanção presidencial.
Autor da proposta, o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) argumentou que esses recursos arrecadados pelos estados são usados para “custear despesas como pagamento de pessoal dos órgãos de trânsito ou mesmo reforçar o caixa dos governos”. O parlamentar acrescentou que a destinação dos recursos de multas para essas outras finalidades representa “uma clara distorção” de sua função principal, que é tornar o trânsito mais seguro.
Fonte: UOL Notícias
você é a favor deste projeto?

Campanha – O trânsito só muda quando a gente muda

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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

RESPEITO COM O IDOSO!




BECTRAN, BLITZ DE EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO PARA O TRANSITO, PACTO PELA VIDA.

O cenário do trânsito atual não é nada animador. Segundo dados do Denatran morrem por ano mais de 37 mil brasileiros vítimas de acidentes. Este número, porém, pode ser muito maior, pois são contabilizados apenas aqueles que morrem no local do acidente. Especialistas estimam que esse número chegue a 80 mil brasileiros mortos no trânsito. A dor maior é das famílias que perdem parentes ou que têm que conviver com vítimas que ficam com sequelas graves.
Segundo pesquisa da Seguradora Líder, responsável pela administração do consórcio de seguradoras que operam no Seguro Obrigatório de Veículos Automotores (DPVAT), nos primeiros seis meses deste ano foram pagas 165.111 indenizações, o equivalente a 1.321 ao dia (útil). Em valores, os desembolsos alcançaram R$ 1,1 bilhão. Outro dado do levantamento indica que a grande maioria das pessoas vitimadas no trânsito ficou de alguma forma inválida: 65% do total.
Para mudar esta realidade ou pelo menos amenizá-la, a sociedade deve ser mobilizada, começando pelos órgãos que têm responsabilidade direta sobre o trânsito e estendendo-se para todos os cidadãos. Com base nessa afirmação, Ricardo Brasil, pó graduado em educação e conscientização para o transito, afirma que só depende de nós e o projeto da Bectran (blitz de educação e conscientização para o transito) é um projeto serio que tem um pacto pela vida.
O objetivo da campanha é mostrar que é possível mudar a realidade trágica do nosso trânsito, basta olhar para si mesmo e transformar pequenas atitudes no dia a dia erradicando comportamentos que levem a situações de risco.
Mostraremos que a redução geral dos números de acidentes e mortos no trânsito pode começar com o indivíduo e assim contaminar a sociedade como um todo. Se você conseguir evitar um acidente, você estará contribuindo e muito com o resultado geral.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

COMO PRESTAR AUXÍLIO EM CASO DE ACIDENTE DE MOTOCICLETA!

vooO aumento da frota de motocicletas, bem como o aparecimento de novas profissões, como a do motoboy fizeram com que acidentes envolvendo motos tenham se tornado bastante comuns, principalmente nas cidades. Estatísticas mostram que 2 motoboys morrem e outros 5 ficam feridos por dia na cidade de São Paulo.
O condutor, ao testemunhar ou chegar a um local onde tenha ocorrido um acidente com motocicleta, deve em primeiro lugar avaliar:
  • Se tem conhecimento de Primeiros Socorros, deve parar e ajudar os acidentados. Se não tiver, chamar por socorro especializado e NÃO TOCAR nos acidentados.
  • Se outras pessoas já estão prestando socorro naquele momento: não parar, seguir em frente. Não há sentido em aumentar a confusão se os acidentados já estiverem sendo cuidados.
Caso decida ajudar, levar em consideração os seguintes pontos:
  • Verificar se o piloto da moto está só ou acompanhado. Procurar avaliar pela aparência o estado de cada um, se existem riscos adicionais, qual a extensão dos ferimentos, etc.
  • Sem tocar nos feridos, procurar conversar para saber se estão conscientes ou não. Se conseguir conversar, fazer perguntas: como se sentem, se têm dores, etc.
  • Anotar os dados do local e, com TODAS as informações, chamar por socorro especializado.
  • Se não conseguir conversar, procurar determinar, SEM MOVER OS FERIDOS, se estão respirando e qual a freqüência de seus batimentos cardíacos. Pode haver problemas com os capacetes do piloto e acompanhante, dificultando a livre respiração: NÃO RETIRAR IMEDIATAMENTE OS CAPACETES, pois acidentes com motos são os de maior percentual de fraturas cervicais e na cabeça. Retirar o capacete de alguém com uma vértebra fraturada sem imobilizar pode matar ao invés de salvar.
  • Efetuar o chamado com sucesso, verificar, SEM MOVER OS FERIDOS, se há casos de queimaduras, hemorragias ou fraturas nos membros. Se achar que o socorro for demorar ou as condições do piloto se agravarem e se houver conveniência imediata para os feridos, utilizar as técnicas habituais do Curso de Primeiros Socorros.
Se concluir que houve lesão cervical, proceda de acordo com as técnicas de Primeiros Socorros para imobilizar o pescoço do ferido e só então proceda à remoção do capacete e a outras ações de respiração e massagem cardíaca, se for o caso.

Mortes envolvendo motos disparam em pequenas cidades

carona 
Foram 65 mil mortes em acidentes com motocicleta no país nos últimos dez anos
O aumento da frota de motos em circulação no Brasil se tornou responsável por uma das piores epidemias que o País já enfrentou. Foram 65 mil mortes em acidentes com motocicleta nos últimos dez anos - número equivalente ao total de americanos mortos na Guerra do Vietnã. Leia mais notícias no R7 Mais de 50% dos mortos em acidentes de trânsito são jovens E não é nas grandes metrópoles litorâneas ou do Sudeste que as mortes têm maior peso nas estatísticas. São as pequenas cidades do interior, especialmente do Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país, que concentram as maiores taxas de mortalidade por quantidade de motos ou motonetas em circulação - em municípios como São Gonçalo do Piauí (PI), Ribeirãozinho (MT) e Aurora do Tocantins (TO). Em números absolutos, as mortes em cada uma dessas cidades podem não impressionar. São duas, três, dez por ano. Por isso, não provocam tanto barulho. Mas, quando somadas, configuram uma epidemia só comparável à provocada pelos assassinatos. E as vítimas têm o mesmo perfil: jovens de 20 a 29 anos, do sexo masculino e de baixa renda. Nessa faixa etária, nem câncer nem enfarte nem nenhuma outra doença mata mais do que as motos. Só as armas de fogo. Entre as capitais, São Paulo ocupa apenas o 13.º lugar no ranking da mortalidade envolvendo motociclistas. O Rio fica em 15.º. A campeã, com uma taxa três vezes maior, é Boa Vista (RR), seguida de perto por Palmas (TO). O Ministério da Saúde se diz preocupado com o crescimento das mortes, mas há poucos programas de abrangência nacional em curso para combater a epidemia. O aumento das mortes está diretamente ligado ao avanço da frota sobre duas rodas que, de 2000 a 2010, cresceu quatro vezes de tamanho. É exatamente a mesma taxa de crescimento do número de mortes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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